Archive for outubro de 2009

Compre seu caixão em até 12X sem juros e sem entrada!

Se você tinha medo de morrer porque não ia conseguir comprar um caixão ou não queria deixar seus parentes no prejú, já pode ir em paz! :D

A maior rede varejista do mundo, a Wal-Mart, começou a vender caixões em seu website.

A rede, que vende desde roupas, acessórios e fraldas para bebês até alianças de casamento, agora pretende manter a lealdade dos clientes até depois de sua morte.

Os preços variam de US$ 895 (cerca de R$ 1.575) por um modelo de aço, até US$ 2.899 (cerca de R$ 5.102) por um modelo de bronze.

A rede de supermercados permite que os clientes paguem os caixões em até 12 prestações, sem juros. Os caixões ficam prontos para entrega em 48 horas.

Um porta-voz da Wal-Mart Ravi Jariwala disse que a nova linha de caixões é “um teste limitado para entender a resposta dos clientes”.

Os preços da Wal-Mart são mais baixos do que o de muitas casas funerárias.

Mas um porta-voz da indústria disse que não está muito preocupado com a concorrência porque, segundo ele, a rede varejista não oferece às famílias em luto o “toque humano”.

Pat Lynth, da Associação Nacional de Diretores de Casas Funerárias, disse à agência e notícias AP: “Não há nenhuma dúvida para mim, que sou diretor de uma casa funerária há 40 anos, que o elemento mais crítico é o contato humano”.

Wal-Mart, com você até o fim!

Fonte: UOL Notícias (valeu Renatão pelo link!).

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D.A.D.I.A. – Desordem da Atenção Deficitária na Idade Avançada

Já tinha lido sobre isso, mas não consigo lembrar onde foi…

Recentemente fui diagnosticado com D.A.D.I.A.: Desordem da Atenção Deficitária na Idade Avançada.

Explico melhor:

Decidi lavar o carro; fui em direção à garagem e notei minha correspondência largada em cima da mesa. OK, vou lavar o carro, mas antes vou dar uma olhadinha na correspondência, pode ter alguma coisa urgente. Ponho as chaves do carro na escrivaninha, e quando vou jogar fora as propagandas inúteis, noto que a lixeira está cheia.

OK, vou colocar as contas a pagar na escrivaninha e jogar o lixo fora, mas já que vou perto da caixa do correio, decido pagar primeiro estas contas.

Agora, onde está meu talão de cheques? Oops, tenho apenas uma folha de cheque no meu talão. Meus novos talões estão na escrivaninha.

Ah! Lá está a coca que eu estava bebendo! Vou buscar aqueles talões, mas antes eu preciso levar minha coca para longe do computador, talvez seja melhor colocá-la na geladeira para gelar um pouco. Vou em direção à cozinha e presto atenção às flores, que precisam urgentemente de água.

Coloco a coca no balcão da cozinha e… Ah! Achei meus óculos! Procurei por eles a manhã toda! Melhor eu guardá-los logo.

Encho um regador com água e vou em direção às flores… Aaah… Alguém deixou o controle remoto da TV na cozinha. À noite, quando formos assistir à televisão, nunca iremos pensar em procurá-lo na cozinha, então é melhor levá-lo para a sala, onde é o seu devido lugar. Rego às plantas e, sem querer, derramo um pouco de água no chão. Jogo o controle remoto no sofá, e vou andando pelo corredor e tento me lembrar o que é que eu estava indo fazer.

Final do dia: o carro não está lavado, as contas não estão pagas, a coca ainda está largada no balcão da cozinha, as flores foram regadas apenas pela metade, o talão de cheques está apenas com uma folha, e parece que não encontro as chaves do carro!

Quando tento entender porque nada foi feito hoje, fico atônito, pois SEI QUE ESTIVE OCUPADO O DIA TODO!!! Percebo que isto é uma coisa seríssima e que irei em busca de auxílio! MAS ANTES, acho que vou checar meu e-mail…

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10/GUI, um novo conceito em gerenciamento de janelas

Quando entusiastas da tecnologia (como eu!), também conhecidos como geeks ou nerds, colocam os olhos sobre algo revolucionário, a primeira vontade é de querer saber quando vamos poder colocar nossas mãos aquela geringonça, tranqueira, badulaque, cacareco ou pinduricálio pra fuçar até estragar! Foi o que senti quando li sobre o 10/GUI.

Mas o que diabos é o 10/GUI? É um novo conceito em gerenciamento de desktops baseados em janelas, como são a maioria das interfaces gráficas do Linux, MacOS, Windows e quase todos os sistemas operacionais atuais. O problema é que tudo o que conhecemos até agora é baseado na manipulação das janelas, que existem num plano 2D convencional, usando um acessório chamado mouse, ou rato pros nossos irmãos lisboetas.

A revolução vem em perceber que o mouse te tranca num mundo onde só é possível clicar. E com um único botão por vez, sem combinações. Simples assim. Aí, vez ou outra aparece um iluminado, pensa um pouco fora da caixa e inventa algo que quebra esse paradigma, como o pessoal do All-in-One Gestures ou o Mouse Gestures, que ao invés de ficar só nos cliques, te dá a opção de comandar seu Firefox através de comandos gestuais do mouse.

Mas porque usar um único apontador quando você poderia usar ao menos dez (isso mesmo, dez!) de uma só vez? Sim, seus dedos! Claro que isso requer um tipo de hardware especial, mas é um custo justo se for pensar no tamanho do benefício que isso pode trazer. Eu falei que pra explorar todo o potencial do 10/GUI é necessária também a criação de um novo sistema operacional? Pois é… Vê só o resultado: Leia o resto desse post »

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Tá querendo me enganar, é?

Certeza que alguns desses podiam ser usados na vida real e você nem ia perceber a diferença. E claro que tem uns que não fazem o menor sentido :D Tem mais um monte no mais…!

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Leia o resto desse post »

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Hacking: Filosofia Aplicada

Eu ia escrever sobre um texto que li estes dias com o título de “Applied Philosophy, a.k.a. ‘Hacking’”, do Paul Buchheit. Decidi que eu apenas estragaria o texto, do tanto que gostei dele, então vou postá-lo na íntegra:

Every system has two sets of rules: The rules as they are intended or commonly perceived, and the actual rules (“reality”). In most complex systems, the gap between these two sets of rules is huge.

Sometimes we catch a glimpse of the truth, and discover the actual rules of a system. Once the actual rules are known, it may be possible to perform “miracles” — things which violate the perceived rules.

Hacking is most commonly associated with computers, and people who break into or otherwise subvert computer systems are often called hackers. Although this terminology is occasionally disputed, I think it is essentially correct — these hackers are discovering the actual rules of the computer systems (e.g. buffer overflows), and using them to circumvent the intended rules of the system (typically access controls). The same is true of the hackers who break DRM or other systems of control.

Writing clever (or sometimes ugly) code is also described as hacking. In this case the hacker is violating the rules of how we expect software to be written. If there’s a project that should take months to write, and someone manages to hack it out in a single evening, that’s a small miracle, and a major hack. If the result is simple and beautiful because the hacker discovered a better solution, we may describe the hack as “elegant” or “brilliant”. If the result is complex and hard to understand (perhaps it violates many layers of abstraction), then we will call it an “ugly hack”. Ugly hacks aren’t all bad though — one of my favorite personal hacks was some messy code that demonstrated what would become AdSense (story here), and although the code was quickly discarded, it did it’s job.

Hacking isn’t limited to computers though. Wherever there are systems, there is the potential for hacking, and there are systems everywhere. Our entire reality is systems of systems, all the way down. This includes human relations (see The Game for an very amusing story of people hacking human attraction), health (Seth Roberts has some interesting ideas), sports (Tim Ferriss claims to have hacked the National Chinese Kickboxing championship), and finance (“too big to fail”).

We’re often told that there are no shortcuts to success — that it’s all a matter of hard work and doing what we’re told. The hacking mindset takes there opposite approach: There are always shortcuts and loopholes. For this reason, hacking is sometimes perceived as cheating, or unfair, and it can be. Using social hacks to steal billions of dollars is wrong (see Madoff). On the other hand, automation seems like a great hack — getting machines to do our work enabled a much higher standard of living, though as always, not everyone sees it that way (the Luddites weren’t big fans).

Important new businesses are usually some kind of hack. The established businesses think they understand the system and have setup rules to guard their profits and prevent real competition. New businesses must find a gap in the rules — something that the established powers either don’t see, or don’t perceive as important. That was certainly the case with Google: the existing search engines (which thought of themselves as portals) believed that search quality wasn’t very important (regular people can’t tell the difference), and that search wasn’t very valuable anyway, since it sends people away from your site. Google’s success came in large part from recognizing that others were wrong on both points.

In fact, the entire process of building a business and having other people and computers do the work for you is a big hack. Nobody ever created a billion dollars through direct physical labor — it requires some major shortcuts to create that much wealth, and by definition those shortcuts were mostly invisible to others (though many will dispute it after the fact). Startup investing takes this hack to the next level by having other people do the work of building the business, though finding the right people and businesses is not easy.

Not everyone has the hacker mindset (society requires a variety of personalities), but wherever and whenever there were people, there was someone staring into the system, searching for the truth. Some of those people were content to simply find a truth, but others used their discoveries to hack the system, to transform the world. These are the people that created the governments, businesses, religions, and other machines that operate our society, and they necessarily did it by hacking the prior systems. (consider the challenge of establishing a successful new government or religion — the incumbents won’t give up easily)

To discover great hacks, we must always be searching for the true nature of our reality, while acknowledging that we do not currently possess the truth, and never will. Hacking is much bigger and more important than clever bits of code in a computer — it’s how we create the future.

Or at least that’s how I see it. Maybe I’ll change my mind later.

See also: “The Knack” (and the need to disassemble things)

Post original em: http://paulbuchheit.blogspot.com/2009/10/applied-philosophy-aka-hacking.html

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Descobertos 32 novos exoplanetas!

Pra não dizer que a gente só fala sobre bobagem, esse é sobre astronomia.

Foram descobertos 32 novos exoplanetas (planetas orbitando ao redor de estrelas), sendo vários deles incluídos na categoria de “super-Terra”, que são aqueles que têm algumas vezes a massa do nosso mundo e podem potencialmente hospedar ambientes como os nossos.

A descoberta veio do HARPS (High Accuracy Radial Velocity Planet Searcher, tradução complicada, desisto…), dispositivo que, acoplado a um telescópio de 3,6 metros em La Silla no Chile, já encontrou mais de 75 exoplanetas.

Baseado nos dados levantados pelo HARPS, a previsão é de que entre 39 a 58% das estrelas como o nosso Sol podem hospedar planetas com massa igual a até 50X a massa da nossa Terra.

Segundo Stephane Udry, astrofísico da Universidade de Genebra, Suiça, as descobertas corroboram com as previsões feitas através de simulações que prevêem a existência de um grande número de “super-Terras”. Segundo Stephane, “além disso, os modelos de formação prevêem uma população ainda maior de planetas de massa igual a da Terra, fornecendo justificativas científicas sólidas para o desenvolvimento de programas ambiciosos (no espaço e em terra) para a busca desses planetas parecidos a Terra”.

O HARPS detecta exoplanetas escondidos procurando por oscilações estelares ou por mudanças tênues na velocidade radial das estrelas. O método é tão preciso que detecta variações de apenas 3,5 quilômetros/hora (2,2 milhas/hora) causadas pela atração gravitacional desses planetas.

Espero que algum dia programas científicos como esses possam ajudar a humanidade a encontrar uma casa nova quando a nossa estiver morrendo (e que nós não sejamos os culpados, claro…).

Valeu Wired.com pela notícia!

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Isso é que é bullet time! 1 milhão de FPS?

Impressionante o que o cara conseguiu filmar com uma câmera de 1 milhão de FPS! Tecnologia no estado da arte, dá só uma olhada:

Se alguém aí fala alemão, me conta o que tá escrito no site do maluco! :D

E como nesse mundo nada cria, tudo se copia, valeu AcidCow!

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Já tava pegando a manha

Próximo!

Fonte: www.dailymotion.com

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1 Comentário

Ele disse que é por causa da queda de braço…

O carinha é campeão alemão de queda-de-braço, mas já vi gente igual a ele por outros motivos.

Ficô forte igual o Zacariaaaa!

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Quem não disse que Windows não é bom?

Que não acha que Win não é bom não sabe do que não tá falando. Ainda bem que o Metrô só usa pras propagandas.

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Foto tirada por: eu messs. Sem direitos autorais, pode usar.

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2 Comentários

Incompreendido…

Alguém postou a seguinte pergunta no Ask Reddit:

Do you find yourself wanting to tell someone about a really good reddit post or xkcd comic and find that no one that you know IRL has enough coolness to know what reddit and xkcd are or can appreciate what you have to share?

Meio que me vi nisso.. então fui ler os comentários, deparando-me com o seguinte:

If only it was just that. Nobody ever understands anything I’m talking about :(

Agora meus mecanismos de dissonância cognitiva estão lutando contra o lado racional do meu cérebro para impedir que eu me identifique com a critura dona deste comentário… meu, como eu odeio o reddit!

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Apresentando-me

Minha vez! Citado injustamente pelo meu camarada abaixo (quem lê o que ele escreveu pode até pensar que não faço nada da vida além de procurar coisas inúteis e curiosas), senti-me na obrigação de defender-me.

Já tem alguns anos que conheço o monteiro, fato que se deu através da CS-News, como ele bem comentou. Cara, como sinto falta daquela época… um monte de vagabundos jogando CS, discutindo sobre a vida, brincando de Photoshop e coçando a barriga. Pois é, pena que a gente cresce.

Hora de falar de mim: sou um cara meio que fanático por informação. E não precisa ser só coisa inútil ou curiosidades não, pode ser até útil e chato. A verdade é que passo a maior parte do meu tempo livre nos reddit.com, digg.com, mixx.com, lifehacker.com, bash.org, ovelho.com, e afins da vida. Gostaria de ter mais tempo livre para poder acompanhar mais sites :( .

Também sou um aspirante a economista. Formo-me daqui 2 meses, caso nenhum professor conspire contra a minha pessoa, pelo Insper / Ibmec-SP, e gosto muito, muito mesmo de análise econômica. Quem sabe algum dia não escrevo alguma baboseira aqui.

Vejamos algum outro aspecto da minha pessoa… ah! gosto um pouco de computadores. Tive uns problemas com meu último, estou montando um novo e, no meio tempo, acabei de reviver um p3 que tava meio encostado. Acabei de botar um xmonad pra rodar e ficou bem legal. Gostar de computadores é uma das minhas principais causas de sonolência diurna, acho eu..

Bom, é isso.. o monteiro me chamou para escrever com ele aqui, e prometo que farei o meu melhor.. espero que ele não se arrependa! :P

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Bem-vindos ao sobrenada!

Com freqüência meu camarada Gustavo me manda coisas inúteis e curiosidades pra ajudar matar o já escasso tempo do meu dia. Ontem não foi exceção, ele me mandou um post do Geek falando sobre um outro post do Resenha em Seis, que por sua vez estavam em apuros depois de publicar uma opinião desfavorável (pra dizer o melhor) sobre o Boteco São Bento, bar conhecido de Sampa. Querendo saber sobre a encrenca, acompanhe os links, meu assunto não é esse…

Alguns vão me reconhecer como o fundador do finado CS-News (o próprio Gustavo é amizade dessa época), que costumava ser uma comunidade sobre jogos, mais especificamente sobre Counter-Strike, mas que por falta de tempo, de dedicação e por relaxo, acabou minguando.

Cutting the crap, tudo isso é pra falar que depois de ler sobre a bagunça que a opinião dos caras do Resenha em Seis causou eu fiquei com vontade de voltar escrever, dar meus pitacos, jogar gasolina na fogueira, causar intriga e levantar falso testemunho. Pensei dois tantos, falei com meu camarada de furadas que topou a empreitada e juntos resolvemos botar no ar o blog Sobrenada. E cá estamos!

A proposta é trazer besteiras interessantes sobre os mais diversos assuntos, tipo economia, astronomia, lendas urbanas, mulheres, futebol, tecnologia, diversão, cinema… Resumindo: o que der na nossa telha.

Então, sejam bem vindos! Por ora é isso e agora me dá licença que tenho mais o que fazer.

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